BATINA
- Eduardo Kaplan
- 6 de fev.
- 1 min de leitura
Atualizado: 10 de fev.
Era uma vez, um dia de domingo, em que o padre deu um sermão sobre os obstáculos que temos de superar na vida, comparando-os com tropeços que não atrapalham a caminhada. Ao terminar, todos estavam sainda da igreja, inclusive uma mulher bonita que caminha na frente do padre, o último da fila. O padre, olhando a mulher, tropeçou e quase caiu. Olhou para traz e viu uma pedra diferente, arredondada, formosa, bonita, e de cor de pele. Não hesitou, fez o sinal da cruz e foi tomar um copo d'água.



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