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VIDA CANINA

  • Eduardo Kaplan
  • 18 de fev.
  • 1 min de leitura

O cachorro é de fato o melhor amigo do homem. Mesmo! Um fato histórico, cercado afazeres e responsabilidade. Isso mesmo. O cachorro tem tanta responsabilidade para cuidar de nós, humanos birrentos, preguiçosos, esquecidos em algum lugar dentro da cabeça. Onde está sua cabeça humano. Ele pensa, já latindo sem segurar indignação tamanha. Latidos de amor, para nos lembrar das coisas, lembrar do alimento, do exercício físico, do carinho e do amor necessários para uma vida saudável. Ele fica bravo quando esquecemos essas coisas tão essenciais para viver, sabendo que nem mesmo eles são perfeitos. Cometem erros, ficam indignados e bravos; muitas vezes obrigados a urinar; morder móveis; sapatos; sujar as roupas; tudo ao que parece ser o único meio de acordarmos de nossa infantilidade. É hora de andar um pouco e fazer exercício, latem. Vamos andar, caminhar e sentir um pouco do ar natural lá de fora, e melhor um parque com grama, com sorte uma chuvinha ou orvalho nas plantas para faltar o ar. Vamos, dizem puxando a guia. Ei, espera um pouco aí, dizemos para eles. Pare de puxar e vamos devagar, dizemos alto, demonstrando nosso desconforto com a rotina saudável. Eles obedecem, sabem que somos assim e a coisa tá difícil de mudar. Quanta infantilidade. Eles param, cheiram um pouco de ar fresco das plantas, confirmando que estão indo no caminho certo até passarmos eles, permanecendo com a cabeça baixa até sentirem o puxar da guia. Agora sim, fez certo, nos olham rapidamente, por um segundo, para confirmar que entendemos que devemos caminhar. Balançam a cabeça rapidamente e continuam o trajeto. O caminho está certo. Agora está tudo certo. 

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